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Archive for the ‘Tutoriais’ Category

Como ouvir rádio no Mac OS X

Para ouvir rádios de uma forma simples e fácil apenas necessitaremos de um widget. Sim, apenas isso. O widget que iremos utilizar chama-se RadioTuner. Para o poder utilizar precisámos de ter o RealPlayer e o Flip4Mac, pois são os codecs necessários para ouvir as rádios.

Depois de tudo isso instalado podemos ver a interface principal do RadioTunner.

Como ouvir radio no Mac

É bastante simples. Apenas tem um botão para reproduzir, uma barra de volume. Agora vamos fazer o mais importante: adicionar as rádios. Para isso, primeiro temos de encontrar o link para a rádio. E agora perguntam: “onde vamos arranjar esse tal link?”. Estão a ver aquele pequeno botão do lado direito com uma seta descendente? Cliquem nesse botão e verão esta janela.

Como ouvir radio no Mac

Mais daqui a pouco iremos preenche-la. No fundo dessa janela que apareceu estão dois links: Find e Share. Caso tenho um link para um stream de uma rádio que queira partilhar pode fazê-lo através do link “Share”. Se quiser encontrar um link para um stream de uma rádio, clique no link “Find”. Irá-se abrir uma página da web.

Como ouvir radio no Mac

Nesta página pode procurar qualquer rádio de qualquer parte do mundo, desde que inserida na base de dados do site. Um exemplo. Vamos procurar a M80, rádio portuguesa de êxitos dos anos 70, 80 e 90. Para a encontrar escrevemos “M80″ no campo “Search for:”, em “Country” colocámos “Portugal” e clicamos em “Search”.

Como ouvir radio no Mac

Copiámos o link apresentado para o campo “Link to live stream”, na lista do lado escolhemos “win” (que é o referenciado na página) e no campo superior escrevemos “M80″ (que é o nome da rádio). E voilá! Só tem de clicar no Play, esperar um pouco e está a ouvir rádio.

Como ouvir radio no Mac

Licença: Freeware
Download: RadioTuner 2.01 [161 KB]
Homepage: RadioTuner

Tutorial: Como instalar\aumentar memória Ram no iMac

Se não está contente com o desempenho do seu iMac e gostaria de aumentar a sua memória Ram, não se preocupe pois é um processo extremamente simples e muito fácil de executar.

Como fazer um upgrade ás memórias RAM no iMac Intel:

Como fazer um upgrade ás memórias RAM no iMac G5:


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Como Criar PDF facilmente

Se é um utilizador regular do Mac deve saber que umas das ferramentas que vem incluído com o sistema operativo e que é muito cobiçado pela concorrência é a facilidade como se cria um PDF. Se não sabe como fazer ou não se recorda veja o vídeo que lhe apresentamos…
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iTunes à borla

Já ninguém duvida que a iTunes Store é a melhor loja de produtos multimédia online. Contudo, para nós portugueses, muitas das suas mais valias são barradas nas fronteiras dos EUA. Muitas das séries que hoje estão a rolar nas nossas televisões, já se encontram disponíveis para download na US Store do iTunes (por vezes alguns episódios gratuitos).

Acrescenta-se ainda o facto de semanalmente 3 singles serem disponibilizados gratuitamente aos utilizadores da referida loja.

Então como aceder à loja americana do iTunes? Simples, basta apenas a criação de uma conta na loja US.

Como?

Basta seguir os passos.

1. Seleccionar a loja dos US no fundo da iTunes Store.

2. Aceder à APP Store e seleccionar uma Aplicação Freeware. Seleccionar o Botão Get APP.

3. Na janela que irá surgir, seleccionar “Create New Account” e seguir.

4. Quando lhe for solicitado a introdução do email, caso já tenha conta na iTunes Store, adicione um outro, ou caso tenha um email gmail experimente

acrescentar ao alias do email +itunes (exemplo email+itunes@gmail.com). Caso seja novo nesta loja, simplesmente introduza o seu email.

5. No quadro seguinte, seleccionar a opção de pagamento None, e os campos de identificação com os seguintes dados:

  • Address: 1 Apple Tree Ln
  • City: Cupertino
  • State: California
  • Zip Code: 95014
  • Phone Number: (408) 995-1010

Nada mais que a morada da Apple. E está pronto!

Uma conta aberta na US iTunes Store. Agora é vasculhar e perceber ao que pode aceder. Uma coisa está garantida, 3 singles gratuitos por semana às terças feiras. Depois, lá irão surgir episódios gratuitos de series que ainda nem existem por cá.

Apenas um senão para os utilizadores do iPhone. As actualizações das aplicações apenas podem ser feitas com o user em que foram descarregadas. Assim, sempre que quiser actualizar, tem que saltar de registo em registo. Mas na APP Store Americana o número de aplicações é muito maior. Não me tinha sido possível descarregar a Google APPS da APP Store, caso não tivesse o registo efectuado na Loja dos US.

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Quando os vídeos da Net não dão…

Uma dificuldade com que se deparam muitas vezes os utilizadores do Mac tem a ver com a reprodução de alguns ficheiros de vídeo, particularmente no formato WMV. Contrariamente ao que muitos leitores poderiam pensar, o problema não é causado pelo MacOS X, mas sim por uma prática monopolista da Microsoft – e uma má escolha de software por parte dos produtores de conteúdos.

Para que melhor se perceba o que aqui vai dito, convém explicar primeiro que na área do vídeo digital há dois grandes formatos de ficheiros: o Quicktime da Apple, e o WMV da Microsoft. Como não podia deixar de ser, a Apple disponibiliza o Quicktime não só para Mac, mas também para Windows. Deste modo, os ficheiros de vídeo criados nesse formato, num Mac ou num PC, são facilmente lidos em ambos os sistemas. Já a Microsoft optou por adoptar uma estratégia mais fechada sobre si mesma: o Windows Media Player, necessário para reproduzir os ficheiros WMV, é desenvolvido apenas para Windows.

Por este motivo, é recomendável que os conteúdos disponibilizados na Internet se baseiem no Quicktime, em vez do WMV, por forma a assegurar que todos conseguem visualizá-los correctamente. Infelizmente, ainda parece haver muitos webmasters que ainda não se aperceberam deste facto (incluindo estações de rádio e televisão).

A solução?

Em primeiro lugar, sempre que nos deparamos com um problema na visualização de vídeos devido ao uso de formatos como o WMV, devemos contactar os produtores de conteúdos (ou os responsáveis pelos sítios da Internet onde eles são disponibilizados) informando-os do tipo de problemas verificados na visualização dos vídeos e explicando-lhes que existe uma alternativa (Quicktime) que permite abranger um público mais vasto que o WMV.

Em segundo lugar, convém apetrechar o Mac com algum software gratuito que pode revelar-se muito útil:

Flip4MacFlip4mac
Este é um programa essencial. Fornece ao Quicktime suporte para a reprodução de uma boa parte dos ficheiros WMV (desde que não estejam protegidos pelo sistema DRM).
Download grátis em:
http://www.microsoft.com/windows/windowsmedia/player/wmcomponents.mspx

Perian
PerianÉ um componente relativamente recente, mas cujos criadores afirmam fornecer ao Quicktime o suporte para a reprodução de vários formatos de vídeo.
Download grátis em: http://www.perian.org

Actualização do FlashPlayer
Flash PlayerSe não consegue visualizar correctamente os vídeos de sites como o YouTube, pode suceder que não tenha instalada uma versão actualizada do FlashPlayer, da Adobe. Convém ter sempre a última versão.
Download grátis em:
http://www.adobe.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash&P2_Platform=MacOSX

RealPlayer
Real PlayerMuitos sítos da Internet usam os formatos RealAudio e RealVideo para emissões em tempo real. Convém ter sempre a última versão do Real Player.
Download grátis em:
http://forms.real.com/real/player/blackjack.html?platform2=Mac%20OS%20X&product=RealPlayer%2010&proc=g3%E2%8C%A9=&show_list=0&src=macjack

DivX
DivXO DivX é um codec de compressão de vídeo muito utilizado nos PC’s para conseguir enviar num CD filmes que normalmente ocupariam um DVD. É outra daquelas coisas que convém ter, para o que der e vier…
Download grátis em: www.divx.com

VLC
VLCAbsolutamente indispensável. É um leitor de áudio e vídeo que “conhece” um grande número de formatos. Tem as suas falhas ocasionais, é certo. Mas, às vezes, quando tudo o resto falha, basta abrir o VLC para que um certo ficheiro vídeo seja reproduzido correctamente.
Download grátis em: www.videolan.org/

MPlayerMPlayer
Também altamente recomendável. Permite ver filmes em ecrã completo sem precisar de comprar o Quicktime Pro.
Download grátis em: www.mplayerhq.hu/design7/dload.html

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Escolher o programa para abrir um ficheiro

A maneira mais simples que existe de abrir um ficheiro é fazer um duplo-clique sobre ele. Quando o fazemos, o computador escolhe um programa que “conheça” esse tipo de ficheiro. Mas, e se nós quisermos abrir o ficheiro com um programa específico, diferente daquele que abre por defeito?

Imaginemos o seguinte cenário. No nosso computador, temos instalados vários programas que sabem ler ficheiros de imagem do tipo JPEG, como a Pré-Visualização, o GraphicConverter, o GIMP, ou o Adobe Photoshop. Quando fazemos duplo-clique num ficheiro do tipo JPEG, o Mac abre a imagem num desses programas, tipicamente a Pré-Visualização.

Uma forma de escolher o programa com que queremos abrir o ficheiro é clicar com o botão direito do rato (ou fazer CTRL+clique) e escolher a opção Abrir Com. Aparecerá uma lista de programas de entre os quais poderá escolher o que melhor se ajustar à tarefa que desejamos realizar.

Mas, quando fazemos isto, a acção só tem efeito desta vez. Se quisermos que este ficheiro seja sempre aberto com um determinado programa, devemos realizar os passos que se seguem.

Clique com botão direito do rato (ou CTRL+clique) no ficheiro e escolha a opção Obter Informações (Maçã+I). Aparecerá uma janela com informações variadas sobre o ficheiro. Essa janela inclui uma parte que permite escolher o programa com que desejamos passar a abrir o ficheiro:

Como escolher o programa para abrir um ficheiro

Escolhemos o programa, e pronto. Da próxima vez que tentarmos abrir este ficheiro, será utilizado o programa que acabamos de especificar.

Note-se, no entanto, que esta configuração apenas tem efeito sobre este ficheiro, não afectando portanto todos os ficheiros do mesmo tipo. Se quisermos que todos os ficheiros do tipo JPEG passem a ser abertos com o Adobe Photoshop, precisamos de pressionar o botão Alterar Tudo…

A maior parte dos sistemas operativos, como o Windows ou o Linux, não conseguem associar uma aplicação específica a um único ficheiro. Trata-se, efectivamente, de uma particularidade do MacOS que às vezes se revela muito prática.

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Atalhos de teclado

Algumas das dúvidas mais frequentes entre os novos utilizadores de Mac costumam estar relacionadas com os atalhos de teclado, que são um pouco diferentes daqueles a que estariam acostumados em Windows ou Linux. Este texto é o primeiro de uma série de artigos destinados sobretudo aos “switchers“, ou seja, àqueles que adquiriram há pouco tempo o seu primeiro Mac.

A primeira coisa que se deve ter em conta quando se fala em atalhos de teclado é o nome das teclas. Nos manuais dos mais diversos programas, o leitor encontrará frequentemente referência às teclas COMMAND e OPTION. Estranho? Nem por isso.

COMMAND é a tecla da maçã, localizada ao lado da barra de espaços. É, de uma maneira geral, equivalente à tecla CONTROL no ambiente Windows, servindo para dar ordens ao computador. Para simplificar, vamos referir-nos a ela, simplesmente, como “Maçã”.

OPTION corresponde à tecla ALT, embora tenha uma utilização ligeiramente diferente da que acontece em Windows. Para evitar confusões, passarei a referir-me a ela com o nome “Alt”.

Vejamos agora exemplos de atalhos de teclado para algumas das tarefas mais frequentes:

Maçã + Barra de Espaços

Iniciar uma pesquisa com o Spotlight.

Maçã + Tabulação

Alternar entre aplicativos.

Maçã + O

Abrir (Open) um ficheiro ou um programa seleccionado. Note-se que este procedimento é diferente daquele que é usado em Windows.

ENTER
(no Finder, tendo seleccionado um ficheiro)

Mudar o nome do ficheiro.

Maçã + W

Fechar uma janela.

Maçã + Q

Sair (Quit) de um programa. Note-se que fechar uma janela é uma operação diferente de sair de um programa. Um programa pode continuar a ser executado, mesmo sem ter janelas abertas. Use este atalho se não pretender continuar a utilizar o programa actual. Assim, libertará alguma memória RAM, permitindo optimizar o desempenho dos outros programas que estiver a executar.

Maçã + Z

Desfazer ou anular uma acção.

Maçã + X

Cortar.

Maçã + C

Copiar.

Maçã + V

Colar.

Maçã + P

Imprimir.
Maçã + ,
Abrir o painel de preferências para o programa activo.

Alguns dos nossos leitores perguntarão ainda:

- Então, e afinal como é que se escreve a arroba?!

Para escrever a arroba (@), tal como todos os caracteres que se aparecem do lado direito das teclas, usamos ALT. No caso da arroba, basta usar a combinação Alt + 2.

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Captura de imagens do ecrã

Já alguma vez precisou de utilizar uma imagem que aparece no ecrã do seu computador? Pode ter sido, por exemplo, um botão de uma barra de ferramentas, um aspecto de um filme, uma janela de um programa, um ícone, etc… Hoje vamos ver como é possível fazer tudo isso de uma forma simples e rápida.

O Mac OS X oferece aos utilizadores duas formas de capturarem as imagens que aparecem no ecrã. A primeira delas é um programa chamado Captura, que se encontra na pasta Utilitários, dentro da pasta Aplicativos. Esse programa permite “fotografar” uma janela, todo o ecrã ou apenas parte deste. Quando iniciamos esse programa, no entanto, não nos aparece qualquer janela. O acesso a todas as suas funções é feito através do menu do aplicativo.

Uma outra forma, mais indicada para quem precisa de fazer captura do ecrã com bastante frequência, é utilizar atalhos de teclado. Para quem vem do Windows, poderá parecer estranho, num primeiro momento, que não haja uma tecla com as letras “PrScr” ou “Print Screen”. Na verdade, apesar de não haver uma tecla dedicada à captura de ecrã, o sistema de captura de imagens do ecrã do Mac OS X é muito mais completo e mais poderoso do que o de qualquer versão do Windows. Vejamos então os principais atalhos de teclado disponíveis:

Maçã + Maiúsculas (Shift) + 3

Capturar todo o ecrã. Se houver algum monitor externo ligado ao Mac, são criadas duas imagens separadas em simultâneo. As imagens são guardadas num ficheiro, na Mesa.

Maçã + Maiúsculas (Shift) + 4

Capturar apenas uma parte do ecrã. Depois de pressionada a combinação de teclas, aparece um cursor em forma de cruz para efectuar uma selecção rectangular. A imagem é guardada num ficheiro, na Mesa.
Maçã + Maiúsculas (Shift) + 4
(seguido de Barra de Espaços)
Capturar apenas uma janela. Pode ser utilizado para capturar widgets do Dashboard, gavetas, inspectores ou caixas de diálogo. Depois de pressionada a Barra de Espaços, aparece um cursor em forma de câmara fotográfica. Basta clicar uma vez no elemento que se quer fotografar, e a imagem será guardada num ficheiro, na Mesa.

A todos estes atalhos de teclado é possível ainda acrescentar um modificador. Se for pressionada em simultâneo a tecla Control (CTRL), a imagem é copiada para a área de transferência em vez de ser guardada num ficheiro. De seguida, podemos colá-la directamente em qualquer programa de edição de imagem, ou mesmo no Pages ou no Keynote.

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A maneira mais rápida de eliminar ficheiros

Num sistema operativo muito visual como é o Mac OS X, uma das maneiras mais intuitivas de eliminar ficheiros é, simplesmente, arrastá-los para o caixote do Lixo que se encontra no Dock. É uma metáfora muito prática inspirada na vida real, que foi introduzida ainda nos anos 80 com os primeiros computadores Macintosh e que entretanto se foi propagando para a generalidade dos sistemas operativos modernos. Mas quando usamos mais do que um monitor ou quando activamos a opção de ocultar a Doca, pode não ser muito prático arrastar ficheiros para o ícone do Lixo…

Felizmente, há dois atalhos de teclado muito práticos:

Mover para o Lixo: Maçã + Backspace
Esvaziar o Lixo: Maçã + Maiúsculas (shift) + Backspace

Nota: Backspace é a tecla de apagar, a que tem uma seta a apontar para a esquerda.

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